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Cansei de quebrar telefones, diz paciente que sofre de Transtorno Explosivo

Cansei de quebrar telefones, diz paciente que sofre de Transtorno Explosivo

Este texto é baseado numa reportagem de Bárbara Therrie, para o UOL, publicada hoje.

“Era como se uma chave virasse dentro de mim e eu perdesse totalmente o controle. Eu ligava e a pessoa não atendia, insistia mais uma vez e, em frações de segundos, ficava completamente cego, só sentia alívio quando arremessava o celular no chão e pisava em cima”, relata Felipe Perrone, de 34 anos, portador do Transtorno Explosivo Intermitente (TEI).

O transtorno de Felipe é caracterizado por comportamentos agressivos impulsivos que não são premeditados e sempre são muito desproporcionais ao evento de estresse.

As explosões de raiva do TEI são classificadas em dois tipos: leves ou severas. O primeiro consiste de ameaças, ofensas, ataques a objetos e agressões físicas sem lesão corporal. As crises ocorrem, em média, duas vezes na semana, por um período mínimo de três meses. O segundo tipo envolve destruição de propriedades, patrimônios e ataques físicos com lesão corporal, ocorrendo ao menos três episódios em um ano. O portador de TEI não avalia as consequências dos seus atos, apenas reage ao impulso de atacar e agredir. Após a crise, a pessoa sente alívio e, depois de um tempo vem a culpa, o remorso, o arrependimento e o pedido de desculpas.

Entre as medidas recomendadas para controlar a raiva está reconhecer que esse sentimento está presente. Em seguida, a pessoa deve identificar as situações que provocam a raiva, que podem ser reais ou imaginárias. É importante tentar ver a situação de uma maneira positiva e procurar não levar tudo para o lado pessoal. Outra dica é buscar o relaxamento através da respiração calma e profunda até que as respostas fisiológicas estejam controladas (taquicardia, aumento da pressão arterial, tensão muscular).

Para identificar as causas reais ou imaginárias que desencadeiam a reação violenta e agressiva, uma boa dica é usar o biofeedback da variabilidade da frequência cardíaca. Para fazer isto, existe disponível no Brasil uma ferramenta complementar-integrativa, o cardioEmotion.

Para saber mais sobre o cardioEmotion baixe gratuitamente o ebook “Como tornar visível o invisível: visualizando as reações psicofisiológicas por meio de biofeedback” e veja como é possível controlar essa doença através do atingimento da coerência cardíaca. Aprenda como usar esta ferramenta, veja alguns exemplos de estudos de casos e como tirar o máximo proveito desta tecnologia, em benefício dos seus pacientes.

Muitos psicólogos e psiquiatras estão usando o cardioEmotion com sucesso, junto com técnicas de psicoterapia e/ou hipnoterapia.


Sobre o autor deste post: Colunista do blog do cardioEmotion, Dr. Fernando é formado em medicina pela USP, pós graduado em administração de empresas pela FGV, possui mais de 40 anos de experiência como executivo de sucesso em empresas multinacionais do ramo farmacêutico, além de escritor e tradutor sênior.

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